Percepção_Competências enquanto Psicólogo/a
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1. Inquérito | Percepção das próprias competências

 
O Diploma Europeu em Psicologia define um padrão comum de competências requeridas para a prática profissional, enquanto Psicólogo/a. Por se considerar importante a aproximação entre a especificação profissional implícita na formação e plano curricular tradicional e conteúdos de treino previstos no curso, e uma abordagem convergente ao nível da qualificação na Europa, este inquérito pretende conhecer a opinião dos estudantes do Mestrado Integrado de Psicologia acerca das suas vivências académicas e, particularmente, como percepcionam as suas próprias competências, em função do perfil sugerido. Simultaneamente, a resposta às questões pretende constituir uma oportunidade de reflexão e auto-observação a propósito da preparação a evidenciar na futura ocupação em Psicologia.
Por favor, responda com objectividade, reflectindo a sua sincera opinião. É garantida a confidencialidade e anonimato das respostas. O estudo apenas visa um conhecimento geral das tendências, que serão dadas a conhecer ao grupo de participantes logo que possível.
Desde já, obrigada pela colaboração!

1. Dados Pessoais:

2. Motivo principal da escolha de curso

3. Se tem notado alterações no processo de ensino - aprendizagem ao longo da frequência do curso, indique em que aspectos:

4. Possui algum conhecimento sobre o «Espaço Europeu de Educação Superior»?

5. Formação Académica (competências adquiridas / melhoradas / a melhorar na Universidade)

 Discordo TotalmenteDiscordoIndiferenteConcordoConcordo Totalmente
1. Estou em formação como pessoa e não só como profissional.
2. Estou em processo de preparação efectiva para a vida futura.
3. Tenho adquirido estratégias formais para a resolução de problemas.
4. Venho adquirindo estratégias para a resolução de conflitos.
5. Vivencio as minhas primeiras experiências enquanto especialista/psicólogo.
6. Tenho melhorado as técnicas de comunicação.
7. Tenho desenvolvido capacidades de reflexão e para aprender (a aprender).
8. Estou a aprender a trabalhar em diversos contextos.
9. Treino /actualizo capacidades requeridas para a especialização do trabalho.
10. Tenho treinado / simulado a aplicação dos conhecimentos académicos.
11. Aprendo a trabalhar em equipa.
12. Estou a conhecer em profundidade matérias com vista à especialização.
13. Os conhecimentos adquiridos fazem-me sentir “psicólogo/a”.
14. Equaciono atitudes e estilos de pensamento específicos da profissão.
15. Tenho apreendido os quadros conceptuais das matérias leccionadas.
16. Compreendo os procedimentos e metodologias de investigação.
17. Entendo este período formativo como base de aprendizagem contínua.
18. Tenho adquirido conhecimentos complementares de tecnologias.
19. Tenho adquirido conhecimentos complementares de línguas estrangeiras.
20. Procuro consolidar uma base teórica para a minha especialização.
21. Tenho aprendido a conduzir trabalhos para obtenção de “bons” resultados.
22. Confio nas minhas capacidades, mesmo se a avaliação não as reflecte.
23. O meu sucesso depende grandemente da gestão do meu percurso.
24. Para um estudo eficiente é necessário, primeiro, ser autónomo.
25. Ser capaz de decidir quando, o que fazer, e como, é essencial nesta vida.

6. Trabalho autónomo dos estudantes

 Discordo TotalmenteDiscordoIndiferenteConcordoConcordo Totalmente
1. O número de horas semanais que dedico ao estudo é adequado para cumprir os objectivos das diferentes unidades curriculares.
2. Assisto às aulas com regularidade.
3. Assisto às aulas, porque a assiduidade é controlada.
4. Grande parte do tempo que dedico ao estudo é de preparação dos exames.
5. O tempo que dedico ao estudo centra-se em questões / problemas despertados por exposições ou leituras em algumas unidades curriculares.
6. Dedico tempo de estudo à preparação de práticas ou ensaio de aplicação de conhecimentos das diferentes unidades curriculares.
7. Pesquiso por minha própria iniciativa assuntos do meu interesse.
8. Gostaria que a cultura de estudo em grupo fosse mais expressiva no curso.
9. O tempo dedicado ao estudo em grupo é mais proveitoso.
10. A realização de trabalhos de grupo diminui o meu tempo de estudo.
11. O estudo orientado é limitativo do conhecimento mais amplo.
12. Estudo na véspera das provas de conhecimentos / das apresentações.
13. Necessito de saber quais os resultados de aprendizagem pretendidos para organizar o meu estudo.
14. Um estudo diário é prejudicado pelo volume de trabalhos pedidos.
15. A dispersão de perspectivas adoptadas facilita um estudo compreensivo.
16. A frequência das aulas é muito importante para a organização do estudo.
17. A abertura / indeterminação dos recursos acessíveis é uma dificuldade.
18. A oportunidade de optar por temas de trabalho diversos é óptima.

7. Número médio de horas semanais que dedico ao estudo (extra-aulas):

8. Auto-apreciação de competências

 incapazpouco capazminimamente capazcapazmuito capazcompetente
1. Interagir com o potencial “cliente”, com o propósito de definir os objectivos do serviço a prestar.
2. Analisar necessidades, i.e., reunir informação suficiente acerca das necessidades do cliente recorrendo a métodos adequados, para clarificar e analisar as necessidades, e decidir acerca da acção a encetar.
3. Propor e negociar metas com o cliente, estabelecendo objectivos aceitáveis e realistas, e especificando os critérios que mais tarde permitirão avaliar o sucesso do seu alcance.
4. Sistematizar características relevantes das unidades a observar e a acompanhar (indivíduos, grupos, organizações, situações), através de métodos apropriados.
5. Avaliar pessoas, a partir de entrevistas, testagem e observação dos indivíduos em contextos relevantes da intervenção visada.
6. Conduzir processos de avaliação de grupos, por entrevista, aplicação de testes ou observação do grupo, em contexto relevante para o serviço solicitado.
7. Avaliar organizações, com recurso a entrevistas, sondagens, inquéritos e outros métodos e técnicas apropriados para o estudo da organização em situação relevante para a intervenção requerida.
8. Avaliar contextos, através de entrevistas, sondagens, inquéritos e outros métodos e técnicas que sejam adequados para o estudo da situação em momentos relevantes para a intervenção solicitada.
9. Desenvolver tarefas ou produtos destinados ao cliente ou para serem usados pelos psicólogos, com base teórica e métodos fundamentados.
10. Definir o serviço ou produto a providenciar; analisar os seus requisitos.
11. Definir o propósito do serviço ou produto, identificando potenciais stakeholders (interessados), analisando os requisitos e as restrições e desenhando especificações, tomando em consideração o contexto em que o serviço ou produto irá ser usado.
12. Conceber o serviço ou produto, desenhando ou adaptando serviços ou produtos de acordo com o que é requerido e as limitações, tomando em consideração o contexto de uso.
13. Testar serviços ou produtos, e avaliara sua utilidade, validade, fidelidade, e outras características, considerando os contextos de utilização.
14. Avaliar serviços e produtos, relativamente à sua utilidade, satisfação do cliente, interface amigável, custos e outros aspectos relevantes no contexto de utilização.
15. Identificar, preparar e desenvolver intervenções apropriadas para alcançar o conjunto de objectivos, usar os resultados das actividades de avaliação e desenvolvimento.
16. Planificar a intervenção, desenvolvendo um plano adequado aos objectivos visados, num dispositivo relevante para o serviço pedido.
17. Intervir directamente, com orientação para a pessoa.
18. Aplicar métodos de intervenção que afectam directamente um ou mais indivíduos, de acordo com o plano de intervenção, num contexto relevante para o serviço pedido.
19. Intervir directamente, com orientação para a situação.
20. Aplicar métodos de intervenção que afectam directamente aspectos seleccionados da situação, de acordo com o plano de intervenção, em contexto relevante para o serviço pedido.
21. Intervir indirectamente, aplicando métodos que promovam a aprendizagem dos indivíduos, grupos ou organizações e os ajudem a tomar decisões em seu próprio interesse, nos contextos relevantes.
22. Implementar serviços ou produtos, apresentando-os e promovendo o seu uso adequado pelos clientes e por outros psicólogos.
23. Estabelecer o grau de adequação das intervenções, em termos de adesão ao plano e realização dos objectivos definidos.
24. Planificar a avaliação, desenhando um plano para avaliar a intervenção, incluindo os critérios de verificação dos objectivos na situação de intervenção.
25. Medir os resultados, por selecção e aplicação de técnicas e instrumentos de medida apropriados à concretização do plano de avaliação, no contexto relevante de intervenção solicitada.
26. Analisar a avaliação, conduzindo o processo em função do plano e elaborando as conclusões da eficácia das intervenções num contexto relevante para o serviço pedido.
27. Fornecer informação aos clientes, de modo adequado à satisfação das suas necessidades e expectativas.
28. Dar feedback, devolvendo aos clientes informação através do uso adequado de meios orais e/ou audiovisuais, no contexto relevante do pedido.
29. Escrever o relatório, pelo qual os clientes são informados dos resultados da avaliação, desenvolvimento dos serviços ou produtos, das intervenções e/ou das avaliações, no contexto relevante para o serviço encomendado.

9. Escolha de área de especialização

 Discordo TotalmenteDiscordoIndiferenteConcordoPlenamento de acordo
1. Realmente, ainda não é hora para fazer escolhas de área ponderadas.
2. Neste momento, existem coisas mais importantes com que me preocupar, do que com o trabalho que poderei exercer no futuro.
3. Se eu der tempo ao tempo, tenho a certeza de que tomarei a decisão certa.
4. Tomo decisões com facilidade.
5. Receio fazer a escolha errada.
6. Ter acesso rápido/garantido a uma profissão é a única maneira de resolver os meus problemas.
7. Uma escolha profissional acertada faz com que a pessoa s realize completamente (financeira, pessoal e socialmente).
8. Se uma pessoa mudar de ideias depois de ingressar numa área de especialização, dificilmente terá hipótese de uma nova escolha.
9. Não sei que passos seguir para fazer uma boa escolha.
10. Acho que não vale a pena pensar muito sobre as opções; basta que no momento me certifique que a que faço me agrada.
11. Não tenho real conhecimento das minhas capacidades.
12. Não conheço as minhas características de personalidade.
13. Não sei que tipo de exercício profissional mais me atrai.
14. Sei bem que aspectos da profissão de psicólogo me atraem.
15 Não conheço bem as possibilidades profissionais do psicólogo.
16. Não sei como obter informações fidedignas acerca das minhas reais capacidades e características de personalidade.
17. Não sei o que fazer para conhecer melhor as possibilidades dentro de cada área.
18. O assunto do futuro profissional e das escolhas irrita-me.
19. Estou bastante indeciso/a, porque existem várias carreiras que vejo como muito interessantes.
20. O grande problema da minha escolha é: o que eu quero fazer não é possível, e o que eu posso fazer não me agrada.
21. É muito complicado escolher uma área, porque mesmo naquela em que eu melhor me revejo, há sempre alguma coisa que não me agrada.
22. Gosto de tantas coisas, que não consigo encontrar uma única área que satisfaça todos os meus interesses.
23. O meu grande problema na escolha é que eu sei de que gosto, mas também sei que não tenho as competências necessárias.
24. O meu problema é que a profissão que escolhi é fácil e não me permitirá usar todo o meu potencial e capacidades.
25. Não sei se estou a escolher a profissão que quero realmente, ou a que os meus pais (ou outros significativos) gostariam que eu escolhesse.
26. Eu acho que tenho jeito para a área que estou a pensar escolher, as pessoas que me conhecem bem não partilham da mesma opinião.
27. Estou indeciso/a, porque a área em que pensei escolher não é a que as pessoas que me conhecem e são significativas para mim me aconselham.
28. Eu acho que tenho as características necessárias para bem exercer a área por que optei, mas as outras pessoas não concordam comigo.
29 Não sinto disposição para pensar agora sobre as minhas opções futuras.
30. Acho que qualquer trabalho sempre tem as suas “coisas chatas”.
31. Não preciso de me preocupar, ao longo dos próximos anos farei a escolha adequada.
32. Sinto dificuldade em tomar decisões sozinho/a.
33. Decido sempre sozinho/a sem precisar de ajuda.
34. Sempre que possível evito compromissos; não gosto de assumir responsabilidades.
35. Quando tenho de tomar uma decisão importante, fico com medo de errar.
36. Devo escolher uma área profissional que me ajude a resolver os meus problemas.
37. Só existe uma profissão que me poderá satisfazer inteiramente.
38. Sei que a minha escolha de área deverá ser determinante para o resto da minha vida profissional.
39. Na realidade, não sei bem como conciliar as minhas características pessoais com as da profissão escolhida.
40. Não sei o que é mais importante para escolher uma área.
41. Sei quais são as minhas capacidades para escolher “bem” a área.
42. Ainda não me “conheço” suficientemente para saber o que quero.
43. Conheço bem as características dos desempenhos profissionais dentro de cada área.
44. Não sei onde colher informação realmente válida acerca das possibilidades profissionais de futuro na psicologia.
45. Seria bom se não tivéssemos que decidir agora acerca da área profissional.
46. O meu problema é haver várias opções igualmente interessantes.
47. Entre as possibilidades de escolha actual, não há nenhuma que realmente me atraia.
48. Há desempenhos profissionais que me agradam, mas reconheço não ter jeito para realizar eficientemente as actividades nessa área profissional.
49. As coisas que realmente gosto de fazer não pertencem a um só perfil de profissional.
50. Existe uma situação profissional que me interessa muito, mas não reúno habilidades necessárias.
51. Pessoas importantes para mim não aprovam a minha escolha.
52. Pessoas importantes para mim concordam com o que acho importante no desempenho da área profissional que penso seguir.
53. Seja qual for, a minha profissão deverá garantir-me reconhecimento social, "status" e poder.
54. Nem todo o dinheiro do mundo substitui a felicidade de realização pessoal.
55. As opiniões de outras pessoas são essenciais para me ajudar a decidir.
56. A minha família ajuda-me sempre que tenho de tomar uma decisão importante.
57. Os meus amigos consideram a minha opção de carreira bastante interessante.
58. Preocupo-me com a opinião da minha família sobre o desempenho profissional que penso e escolhi seguir.
59. Os meus sonhos profissionais estão além da capacidade económica da minha família.
60. Tive experiências de vida anteriores que me inspiraram a escolher uma determinada área de desempenho profissional.
61. Devo fazer as opções que me permitam obter maior rendimento.
62. Preocupo-me muito com a garantia de vir a ter sucesso economicamente.
63. Devo escolher as áreas profissionais que possuem prestígio, isto é, que sejam valorizadas pela sociedade.
64. Não me importa a oportunidade de sucesso monetário, desde que eu goste do que faço.
65. A minha família tem tido um papel significativo nas minhas escolhas académicas e profissionais.
66. Os meus colegas admiram-me pelo projecto que penso seguir.
67. A aprovação da família é essencial para que nos sintamos felizes com a nossa escolha de carreira.
68. A minha família proporciona todo o suporte (financeiro) para que eu leve avante o meu projecto de vida (profissional).
69. O que conheço das opções profissionais é suficiente para uma “boa” escolha.
70. A escolha da área e futuro profissional deve ser realizada tomando em consideração as possibilidades de emprego.
   


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